A ilusão feminista

 

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Por Suelem Carvalho

As feministas, realmente, não entendem nada de mulher. Elas tentam criar uma imagem feminina que, simplesmente, não corresponde ao ideal de vida da grande maioria das mulheres. As aspirações, os anseios, os desejos etc. das mulheres, geralmente, passam muito longe desse estereótipo de mulher feliz, realizada, que as feministas vendem por aí.
Eu sei muito bem o que esse ideal feminista de vida significa na teoria. Quando cursei a graduação de História tive uma professora feminista. Ela ficava o tempo todo repetindo que a mulher não podia se subjugar a nenhum homem. Que todas as mulheres tinham que lutar pela autonomia e independência. Que as mulheres jamais deveriam se conformar em serem donas de casas ou se resignarem a cuidar dos filhos. Essa professora era muito radical. Ela dizia que a menina que deixava o “paquera” pagar a cerveja estava se humilhando. E ficava irada com as propagandas que exploravam a sensualidade feminina.
Durante algum tempo em minha vida, de certa forma, estive obliquamente sob o efeito deletério desse tipo de pensamento. Não que eu fosse uma feminista. Nunca me vi sob esse prisma. Mas acreditei (e confesso que isso ainda me perturba) que para ser feliz precisava me tornar “autônoma”, “independente” e acima do simplório desejo de ser mãe e esposa. Hoje estou mais propensa a achar que as mulheres que constituem família e se dedicam aos filhos e maridos são as mais felizes.
Mas existe outro dilema e que talvez seja ainda mais pernicioso para o espírito feminino. A questão da sexualidade. Hoje consigo enxergar algumas coisas de forma mais clara e, novamente, vejo o efeito negativo que o discurso feminista trouxe para a vida de tantas mulheres: a ideia de que elas podem lidar com o sexo da mesma forma como eles. Eu sei que isso é piegas, mas as mulheres são românticas e buscam coisas diferentes dos homens nas relações.
Mesmo com todo o sucesso de Eros e Civilização de Herbert Marcuse (a lorota inventada por esse sociólogo se espalhou para os cursos de ciências humanas assim como um gás tóxico se espalha sobre uma câmara fechada), as mulheres simplesmente não se realizam somente por transarem com vários homens. De acordo com a lógica feminista (e a minha professora pensava assim) quanto mais experiência sexual, quando mais controle sobre os sentimentos românticos as mulheres tivessem, mais confiantes, desenvolvidas e felizes elas seriam. Ou seja, as feministas querem que as mulheres pensem e ajam como os homens.
Com isso não estou dizendo que as mulheres não sentem desejo, que não se interessam por sexo como os homens, mas apenas que é um fardo horrível para uma mulher esperar dela que se comporte como um homem em relação ao sexo. Na grande maioria dos casos isso não acontece. E assim, aquele livrinho que parece boboca, Homens são de Marte e mulheres são de Vênus, é a mais pura expressão da realidade.
O romantismo é o elemento fundamental em uma relação para a grande maioria das mulheres. O que significa que elas querem a atenção e a proteção dos homens. Isso é tudo o que uma feminista despreza, pois para ela isso é expressão do machismo, sexismo e autoritarismo por parte deles.
As pobres vítimas inocentes que acreditarem no discurso feminista terão grandes chances de perderem a vida buscando algo que as afastará cada vez mais do que elas realmente procuram: o conforto e plenitude de um amor romântico, como aqueles já tantas vezes narrados pelos mais belos clássicos da literatura universal.

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6 comentários sobre “A ilusão feminista

  1. Parabéns meninas o texto é fantástico. O feminismo organizado nao é tao bem visto pela sociedade, o que há de muito perigoso são os valores marxistas q já conseguem influenciar desde a mais tenra idade. É comum encontrar mulheres q renegam o matrimonio mesmo sem ter vínculo com a marcha das vadias. A tomada dos meios culturais pela esquerda é um calo no pé. Músicas, novelas e filme sempre associam a felicidade da mulher com a sexualidade desregrada e ausência de filhos. Há muito o q se fazer e me alegra saber q estamos dispostas a desmontar esse discurso.

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    1. Olá Danielle, muito obrigada!!! Essa é a verdade… o discurso marxista sempre foi o discurso das feministas desde 1900 “e bolinha”!!!! Não passa da criação de uma classe (a da mulher) artificial para separar, dividir as pessoas. O lema deles é sempre esse: dividir para conquistar! É um discurso gramscista da Escola de Frankfurt e que, tendo sido muito bem sucedido em seduzir as massas, fez o que fez pelas mulheres: infelizes, com casamentos frustrados, inúmeros divórcios, até mesmo um número muito maior de maus casamentos… resultando em dissolução da família (forte núcleo depois da Igreja contra o marxismo) e destruição dos valores mais nobres do ser humano! Isso aí! Aos poucos, tentaremos ao menos, desmontar, desconstruir esse discurso!

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