O feminismo e a propaganda comunista

 

Imagem

Por Suelem Carvalho

Uma das grandes falácias reproduzidas pelo discurso feminista é a de que com o advento do sistema capitalista a mulher passou por um processo de degradação. De acordo com de um dos ícones do feminismo, Betty Friedan (1921-2006), a mulher na sociedade moderna capitalista exercia um papel central para a manutenção do sistema consumista. Nesse momento peço que tentem acompanhar esse estranho “pensamento”, mas a “lógica” contida no celebrado The feminine mystique (publicado em 1963) seria a seguinte: a educação da menina não estimulava a independência emocional e financeira feminina. Muito pelo contrário, a sociedade moderna capitalista habilitava a mulher apenas a se casar e viver em função dos filhos e do marido. Por conta dessa realidade (de submissão e dependência feminina) a mulher se sentia frustrada e desenvolvia diversos distúrbios psicológicos, que oscilavam de depressão ao consumismo desenfreado. Por tanto, de acordo com esse raciocínio excêntrico (confesso que para mim é difícil entender como algumas mulheres “engolem” isso), o capitalismo era alimentado às custas da independência e da saúde emocional das mulheres.

Quem lê The feminine mystique, sem conhecimento histórico, se deixa inebriar pelo discurso feminista e pode, realmente, se tornar um inimigo implacável do sistema capitalista. Digo sem conhecimento histórico porque para aqueles que têm um pouco de familiaridade com a trajetória do modo de vida das mulheres no século XX, no país mais capitalista e desenvolvido do mundo, os Estados Unidos, sabe muito bem que as mulheres jamais tiveram um padrão de vida tão confortável e sofisticado como nesse período. Na verdade, a mulher moderna americana foi a categoria social mais privilegiada de toda a história humana, em termos de conforto, saúde e bem estar (ver Paul Johnson – Tempos Modernos, pag. 185 e seguintes).

Pode parecer absolutamente contraditório que esse tipo de feminismo (do qual Friedan é expressão) tenha nascido, justamente, no país onde as mulheres tinham a melhor condição de vida já experimentada pelo homem.  Mas não há contradição nesse caso, apenas uma muito bem sucedida militância por parte de uma grande propagandista do comunismo. Isso mesmo: Firedan era comunista e admirava Stalin. Ela, obviamente, não estava preocupada com a saúde emocional das mulheres americanas, apenas estava fazendo seu papel de ativista comunista e tentando destruir as bases do sistema capitalista.

Nesse momento, algum incauto pode pensar: “destruir as bases do capitalismo, incentivando a mulher a deixar seus lares e abandonando sua vocação materna? Como assim?” Pois é, pode parecer maluco, mas isso é o projeto de destruição do capitalismo chamado marxismo cultural. Prometo que em outro artigo explico melhor esse tema, que, aliás, é o objeto de meu mais profundo interesse e dedicação.

Por ora, deixo um recado: a mística feminista só obtém sucesso por que se aproveita da ignorância de seus interlocutores. O bom de tudo isso é que a saída para tal armadilha é fácil e acessível a todos. É só estudar.

 

Anúncios

Deixe seu comentário aqui:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s