Oposição?

E A OPOSIÇÃO ?

Nos últimos 12 anos, o que fizeram os políticos que se dizem de oposição ao regime vermelho que gradativamente instalou-se no Brasil Verde e Amarelo?
A mídia, recebendo generosos proventos oriundos de patrocínios (Vide horário nobre, BB, CEF, PETROBRAS, CORREIOS) naturalmente dobra-se às benesses pois, calada e, noticiando o que lhe melhor convém, não só sobrevive ao, mas fomenta o tsunami de violência contra o cidadão que, por comum, tende a sucumbir. Não cabe questionar outros tipos de subsídios, não por patrocínios, pois ainda não vieram à tona, como assim o veio a compra de consciências no escândalo do mensalão, aliás, escândalo mesmo é o “mensa-leão” imposto, que os homens de bem e os trabalhadores de verdade pagam religiosamente a cada 30 dias, complementado-o , “polpudamente” , em todo final de abril.
Mas voltemos aos últimos 12 anos, enquanto estes mesmos homens de bem, livres e de bons costumes, pagadores de impostos e cumpridores da lei, odiados pelo partido vermelho por serem, em sua maioria, classe média, esta mesma classe que é odiada pelo partido por ser “retrógrada, uma aberração”, estes mesmos Trabalhadores, com letra maiúscula, que baixavam suas cabeças para trabalhar, e muito, apostando seu único e valoroso poder de decisão, o voto, em quem confiavam ou imaginavam que era o menos ruim, mas que ao receber este voto de poder, prometia e, como prometiam, todos, sanar os problemas da saúde (o melhor palanque eleitoreiro), da educação, da segurança, do transporte (ou abaixa o preço ou acaba…). Enfim, passados os pleitos, já com mandatos novos, afinal alguém tem que ser eleito, encastelavam-se tanto municipal, estadual como no congresso nacional e, de lá, discursavam, para eles mesmos e para seus patrocinadores e para os patrocinados eleitores. Estes últimos, nutridos pela ignorância do estímulo insistente à deseducação e migalhas em forma de benesses pessoais, permanecem fiéis aos eleitos, como os próprios eleitos, permanecem fiéis a seus castelos pessoais onde se fartam de oportunidades que invariavelmente tem um peso maior no ganho pessoal do que no popular.
Note-se que se a ideologia vermelha foi avançando pela total falta de percepção, ou conluio, dos opositores. Incorreram eles, pelo menos em dois pecados, já descritos, quais sejam, ignorância política ou venda de suas consciências.
Não fizeram questão de, se estudaram ou perceberam a instalação e avanço do Foro de São Paulo, ao menos demonstrar a tal ausência de ignorância sobre o assunto, o que dá-nos a infeliz possibilidade de questionarmos sobre seus papéis nos respectivos mandatos a que correram em campanhas como um cão atrás de uma cadela no cio, prometendo-se como os anjos do horizonte azul, da terra onde fartam o mel e o leite.
Fizeram parte do engodo como comprados ou como ignorantes?
Houve e há, ainda, políticos que apoiam as medidas relacionadas aos Mais Médicos, que trouxe pseudo médicos, justamente para aqueles mais pobres e sem estudo, os mais necessitados e sem acesso à saúde de melhor qualidade. Políticos “de oposição” que perpetuam a ideologia vermelha de seus “opositores” com suas atitudes respaldadas, mas traidora de seus votos.
Pseudo médicos, que apalpam como a presidente assim acha que deve ser a medicina, mas não resolvem muito mais do que isso, como realmente deve ser a medicina. Haja vista os descalabros receitados ou exames solicitados, como um exame de urina do ouvido direito, ou esquerdo… já não sei mais qual ouvido estava doente e sendo investigado através de sua secreção urinária … Lamentável também as doses de medicamentos e os diagnósticos como “virose bacteriana”…
Há médicos brasileiros ruins? Sim, por óbvio que os há! Mas o Conselho Federal de Medicina, mesmo acuado pelo Ministério da Saúde e a presidente, cumpre o papel de investigar atitudes de tais médicos e dar os devidos destinos, dentro da lei que normatiza a própria existência do Conselho, lei referendada, de longa data, pelo próprio governo, pois aquele Conselho é uma Autarquia Federal. Mas o governo, com truculência ditatorial, retirou dos Conselhos esta possibilidade de atuação frente os médicos estrangeiros, pois para fazerem parte daquele Conselho não como Pseudo-médicos, mas sim como médicos, deveriam apresentar comprovantes históricos de formação médica. Levou, assim, para o Ministério da Saúde a atribuição de regularizá-los e fiscalizá-los, deixando-os à solta para praticarem a medicina que sabem, seja ela boa ou má, regular ou não.
Os opositores concordaram com este trabalho escravo já caracterizado por juristas renomados com o Dr. Ives Gandra Martins, alimentando assim, mais uma vez o poder arrogante que, feito um trator que nada respeita e acha-se no direito supremo de agir no silencio das paredes do Planalto, acima do bem e do mal. Vide a “extensa e aberta” discussão que “houve” antes de noticiar o financiamento do Porto de Mariel, em Cuba, tal qual o Mais Médicos já se preparava em Cuba há muito tempo antes de sua implantação. Aliás, estão cerca de 13.000 deles no Brasil e não consigo ver a mínima evolução para melhor no caos da saúde, ou talvez minha miopia não me tenha permitido perceber a melhora…
Não perceberam os senhores políticos de “oposição” que alimentavam, adubavam e engordavam a fixação do regime vermelho agora já estabelecido, pois o estado fora aparelhado o em todas as suas instancias, gradualmente, há 12 anos. Desde estruturas oficiais, como de promoção de cultura, de educação, até do judiciário “onde um advogado do partido governante sobe ao STF e não se diz, ao menos constrangido em agora presidir o órgão que promoverá as próximas eleições” (Alexandre Garcia – Rádio CBN).
Além deste aparelhamento com cargos de confiança, a que pagamos com nossos impostos, promovem lamentáveis ascensões de indivíduos, por decretos, elevando-os a patamares de status social e pior, administrativo, que não condizem com seu status educacional, cultural, técnico e mesmo emocional pois a ferramenta de conquista de seu próprio status, por mérito, foi-lhe subtraída nos bancos de escola, onde a melhor qualidade deveria preponderar. Hoje é proibitivo reprovar um aluno. Interpretações distorcidas ao sabor da meta da desordem impõe aos professores as mais esdrúxulas situações em que não são mais soberanos de suas salas de aulas, de seu saber e de seu ensinar, mas sim submetidos à meta da deseducação que, por sua vez, gera violência e desordem. Angustiam-se, deprimem-se e, por fim, retraem-se no exercer do mais nobre mister de Professor. Os pais, em grande número, são levados a acreditar que esta condição “legal” é também moral e partem para o ataque, pensando defender seus filhos, futuras vitimas do não saber, e do consequente desemprego com fatal ingresso na violência desta inconsequente e planejada marginalidade.
Compactuaram, os detentores de nossos votos de “oposição”, com as divisões das escolas em cotas, em vez exigir condições dignas iguais para todos; permitiram desfigurar as universidades, antes, berço do saber, do pensar e da formação da consciência sadia e da crítica construtiva; permitiram dividir os indivíduos, antes todos Verde e Amarelo como nossa Nação deve ser, em cotas por cor, por raça, por gênero, por capacidade ou mesmo incapacidade financeira. Dividiram toda a sociedade em cotas, instigando empregados contra patrões, negros contra brancos, homo contra hétero sexuais e vice-e-versa; pobres contra ricos, proletários contra as “zelites” como se as “zelites” não trabalhassem, não fosse as geradoras de empregos e riquezas. Instigaram a desordem, com violência no discurso, o que se traduz, obviamente, por violência no exercício do cumprimento da nova ordem.
Compactuaram, os “opositores”, ou não perceberam, toda uma estratégia que levava assuntos novos, factoides, polêmicos por interesse da desordem, a ser discutidos no Congresso Nacional como temas isolados, aparentemente sem conexão nenhuma, para ludibriar a atenção do povo e dos próprios parlamentares e, levavam alguns opositores a cair nestas lutas, em capítulos em que algumas “batalhas” eram perdidas estrategicamente assim contabilizando, à “oposição”, pequenas vitórias para prestar contas a seus eleitores, mas que fazem parte do todo que é usado pela ideologia governante não como estratégia partidária, mas tão somente ideológica, com a razão única de, pela desordem social e o estado como tutor único, implantar o regime que, escravizando o povo pela ignorância e comprando aqueles fracos de caráter com migalhas e também os ignorantes, perpetuam-se no poder, exercendo a psicopatia do domínio para satisfazerem seus pobres egos, enriquecendo como se o dinheiro fosse realmente a finalidade maior do exercício da vida.
Brigam os opositores do regime Vermelho por mais faculdades de medicina, como se isso fosse resolver o problema do caos da saúde do Brasil Verde e Amarelo. Parece que realmente acreditam que vão resolver o problema e, por serem fracos, ignorantes ou mal intencionados, sucumbem ao tsunami Vermelho pois com receio de ficar para traz, pegam carona neste bonde eleitoreiro e não percebem que estão amamentando os lobos que comerão, também, a sua carne a não ser que para perpetuar-se no seu pífio poder, vendam, também suas consciências ao partido dominante, claro, por detrás das paredes onde os mortais pagadores de escorchantes impostos nunca terão acesso. Dão mais uma vez adubo às ervas daninhas.
Jamais se viu uma atitude realmente definitiva para sanar os problemas da saúde em todo o Brasil Verde e Amarelo, aquele onde crescemos depositando nossa esperança; aquele que hoje ajudamos a construir e aquele que hoje vemos ser desconstruído sem a mínima esperança de que aqueles em quem depositamos nosso voto, confiança e esperança estejam fazendo alguma coisa que realmente seja significativa. Não fazem porque não mais podem. Deixaram a ferrugem tomar conta, debaixo de seus narizes e hoje limitam sua ações à pequenas causas que dão mídia, que ora ganham, ora perdem e assim vagam, como nós, à mercê da mudança de cor de nossa Bandeira Nacional.
Moramos no sul, uma região rica que sustenta boa parte deste imenso Brasil Verde e Amarelo, numa cidade boa, ainda, para se viver e temos uma situação permanentemente caótica na saúde. Exemplo simples e palpável é a nossa Santa Casa que encherá o céu de homens que morrerão apenas com suas boas intenções, mas certamente contrabalançará, no inferno, com outros tantos diferente daqueles e que desta mesma Santa Casa se apoderam para trampolim de seus voos personalistas e individualistas.
Não vejo luz no fundo do túnel. Duzentos milhões de pessoas, numa nau cujo comando não olha para seus passageiros com a responsabilidade e o comprometimento necessário. Com a intenção claramente nociva e egoísta e pior, sem ninguém que tenha gabarito para fazer frente a este desmando, pois somos um país cheio de ignorantes ou aproveitadores, cuja característica encontrou um guru à altura que soube usar esta fraqueza coletiva para o mal, contra cada indivíduo fraco, comprando seu caráter e sua alma com benesses de valores lamentáveis.
Mas tudo isto já aconteceu nos países e blocos por onde a ideologia do atual partido dominante esteve reinante e os estragos são contabilidade certa. Não há relato de nação bem sucedida que tenha seguido este caminho para o qual vemos nossa Nação rumar. E nisso, ainda não consegui enxergar onde a “oposição” faz a diferença e vai-se perdendo, a longo prazo, as razões para confiar ou mesmo dar atenção a ela ou a quem quer que seja, na política partidária. Notem que este desinteresse é também estimulado como estratégia.
Estamos rumando, como disse Alexandre Garcia, para sermos um país de QUARTO mundo, que é o pais das impossibilidades…
Precisaremos chegar ao fundo do poço, sacrificar gerações, vidas, almas para então ressurgir das cinzas, como Fênix o fez, sendo esta a história da humanidade, que periodicamente se repete alternando-se em altos e baixos.
Conforta saber que há quem lute contra os que promovem o ciclo para baixo, mas não citamos aqui políticos partidários, ainda que este seja o melhor caminho para promoção da Igualdade, da Liberdade e da Fraternidade.
A ferramenta: Apenas uma: O Estudo, que gera o conhecimento e a educação, o respeito, o direito e as tão almejadas Igualdade, Liberdade e Fraternidade, não por decreto, mas sim por mérito, com trabalho, permitindo que os seres humanos se façam felizes, harmoniosos, donos de seus destinos e atitudes, como indivíduos que, com as suas potencialidades pessoais, têm a capacidade de gerir suas vidas.
Provido das virtudes acima no cerne da formação de seu caráter, viverá o indivíduo sua vida confiante e com sua alma confortável e em paz, pois sabe que seu lugar é exatamente aquele em que se encontra, empregado ou patrão, sem ter pecado ou culpa para atribuir-se por tal posição, não apenas vivendo a vida, mas calculando com precisão seus passos e metas pois “navegar é preciso (é exato, é calculado); viver, não é preciso (é inerente aos seres vivos, todos os seres vivos)”.
E quanto à oposição atual?!…que oposição?!
Se não ganhar o partido governante, ganha a ideologia governante. Caso haja a “oposição” no segundo turno, por favor acorde, estude, leia mais, desça do salto e devolva as cores Verde e Amarela à Bandeira da Nação brasileira como um todo e não como governam os partidários da ideologia apenas: Para a ideologia, pela ideologia e para si mesmos.

Fernando Dlugosz – Um Brasileiro Trabalhador, muito trabalhador, como tantos; gerador de empregos, pagador de impostos escorchantes que não têm retorno à população.

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