O que não nos contam sobre ser mulher

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Com as últimas polêmicas internacionais envolvendo questões femininas, com a passagem da Marcha das Mulheres em Washington DC, Estados Unidos, promovida por grupos feministas, me deparei com um desabafo de um moça em um grupo de Planejamento Familiar Natural do qual faço parte. O texto transmite muito bem o que é a mentalidade que a sociedade do nosso tempo tenta nos passar e nos fazer adotar para a nossa vida, bem como nos lembra que todas nós estamos, na verdade, muito acima desses padrões degradantes. Nossa dignidade e força são muito maiores e mais poderosas do que qualquer maré dos tempos que tente insurgir contra elas.

Eis o que a nossa amiga tem a dizer:

”Vivemos em um sociedade que diz às mulheres que, a fim de serem livres e bem sucedidas, elas devem ter o direito de tirar a vida de seus filhos. Este direito deve ser dado a elas e pago pelos seus concidadãos, quer eles concordem com suas escolhas ou não.

Os corpos e a vida sexual delas não é da nossa conta, eles dizem. Então por que é que insistem que todos nós financiemos suas escolhas privadas e pessoais? Ser uma mulher para eles significa ser forte, mas não forte o suficiente para administrar suas própras escolhas e financiar suas próprias decisões. O controle de natalidade delas deve ser pago pelos outros, e seus abortos devem ser livres. É exatamente assim que elas atingem o nível de valor apreciado apenas por alguns homens.

Será que eu sou a única que acha isso degradante? As mulheres não são fortes o suficiente para dizer não para escolhas que elas sabem que levarão a criação de uma nova vida? Mulheres não são fortes o suficiente para cuidar de seus filhos e manter o emprego? Quão exatamente forte nós somos?

Eles querem que todas nós acreditemos que a vida está em função do sexo, que o sexo é algum tipo de instinto primitivo que deve ser satisfeito a fim de fazer com que a vida tenha sentido. Eu afirmo que há coisas muito mais elementares em ser uma mulher do que o sexo. A vida não está em função do sexo, mas o sexo, na realidade, está em função da vida. Talvez nós precisemos entender isso. Reduzir o humanidade das mulheres a um instinto animal é degradante. Isso nega o próprio dom da feminilidade e o poder da maternidade.

Mulheres, Deus criou vocês como sua obra prima! Ele presenteou vocês com o poder de dar a vida. Vocês são dignas de muito, mas muito mais do que aquilo em que os, assim chamados, feministas querem reduzir vocês. Vocês são mais do que partes dos seu corpos. Vocês são doadoras de vida, quer vocês tenham dado à luz ou não. Vocês trazem vida para os outros através  de sua bondade, compreensão, criatividade, compaixão, beleza, graça e, sim, força.”*

*O texto foi traduzido e adaptado com permissão da autora, que preferiu que seu nome fosse mantido oculto.

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